Archive for category: Publicidade online

Porque a Aposta em Marketing Digital?

26 Set
26/09/2011

Existe uma tendência em Países como nos Estados Unidos,  no reforço de investimento em Marketing Digital por parte da generalidade das empresas. Esta nova área de marketing é de facto cada vez mais atraente visto existir uma clara alteração de hábitos dos consumidores no que diz respeito ao uso da Internet, redes sociais ou plataformas ligadas ás redes. Este acontecimento regista-se a nível global, contudo em Países como Portugal, este reforço de investimento em Marketing Digital não se têm verificado, sendo apenas as grandes empresas a investirem neste novo canal de comunicação.

Será que que as PME não conseguem tirar proveito desta ferramenta de Marketing?

Nas análises que vamos fazendo por experiência, artigos que vou lendo e livros que vou “descobrindo”, todos eles me levam a concluir que esta é uma oportunidade única para as pequenas e médias empresas poderem acrescentar valor ao produto/serviço através da Internet, site ou redes sociais.

Segundo um estudo realizado em 2010  pelo  “Lisbon Internet and Networks Institute” a taxa de penetração da internet em Portugal já ultrapassou os 50%. Isto significa que existe um mercado de 5 milhões de pessoas online em Portugal, onde uma empresa baseado por exemplo em Braga pode chegar. A este número de 5 milhões de “potenciais” clientes temos ainda os custos associados ao Marketing Digital que são muito inferiores, comparados com os meios de marketing tradicionais, como o os jornais a televisão ou a rádio.

Será que estes dois factores não são já de si convicentes?  Será que as PME com um baixo orçamento conseguem competir com empresas de maior dimensão através da Internet? Será que os custos envolvidos, que são menores, não justificam este investimento?

Numa época de crise onde as PME têm uma situação de tesouraria muitas vezes frágil, não se pode descurar o Marketing. Mesmo numa época de crise senão se tiver uma estratégia de comunicação, um planeamento de marketing com os mínimos, é impossível perceber-se para onde se vai, o que se fazer, qual a estratégia a usar. O Marketing Digital pode de facto ser a resposta. Empresas com produtos que de facto se adeqúem a esta realidade pela sua qualidade, diferenciação ou inovação, podem fazer a diferença no mercado digital!

É importante perceber qual a importância que os consumidores dão quando tomam a decisão na compra ou serviço. No estudo realizado por Henley Centre, “Brave a New World” onde se questionava os consumidores quais as mais importantes fontes de informação que consideravam fiáveis para a tomada de decisão de compra, os resultados foram os seguintes:

  1. SEO – Motores de Busca – 71%
  2. Recomendações Pessoais – 67 %
  3. Sites – 57 %
  4. Sites de comparação de preços – 56%
  5. Opiniões de pessoas dos artigos na internet – 50 %
  6. Opiniões de consumidores – 47 %
  7. Informação do produto nas lojas – 46%
  8. Televisão – 34 %
  9. Revistas e Jornais – 34 %
  10. Vendedores – 24 %

Como se pode verificar é impressionante a importância que os consumidores dão aos resultados dos motores de busca mundiais, sites e sites de comparação de preço. O SEO é sem dúvida uma das mais importantes ferramentas de de Marketing Digital. O facto de um site aparecer no Google nos três primeiros lugares pode fazer a diferença num aumento das vendas de produtos ou serviços muito significativo.

Assim a aposta em Marketing Digital pode ser uma saída para pequenas e médias empresas que pretendam inovar, fazendo chegar os seus produtos ou serviços a todo o País, com custos reduzidos, complementando a distribuição das lojas físicas com o e-commerce (lojas online).

O que é que acha do Marketing Digital em Portugal? E no Brasil?

Deixe a sua opinião!

O Fenómeno do Marketing Após a Internet

20 Jul
20/07/2011

Com a chegada da Internet, o Marketing têm uma ferramenta a acrescentar ao seu portfolio. O Marketing Digital!

“O futuro estará cada vez mais ligado aos problemas de comunicação, num mundo globalizado e sem fronteiras reais, para a realização de negócios”

Estamos perante uma nova realidade, onde as mudanças poderão orientar-se para uma maior flexibilização de processos, métodos e redução de custos. Fala-se então da entrada do Marketing na «época de ouro» ou Marketing pós-Internet.

Os Autores do livro “Plano de Marketing” Luís Cavique e Nunes, referem que poderá haver uma maior aposta no marketing digital, acompanhado pelo Marketing tradicional de forma a chegar de forma mais eficaz a todos os consumidores, acompanhando ainda alguma tendência de substituição da televisão e rádio pela navegação na internet por parte dos consumidores, dando a oportunidade às empresas de poderem acompanhar esta tendência na alteração dos hábitos dos consumidores, podendo chegar a eles em qualquer altura em qualquer plataforma ligada á internet.

Analisando os consumidores, estes serão mais exigentes, tendo á sua disposição mais oferta, podendo-a comparar facilmente na internet, exigindo uma qualidade superior do produto ou serviço, podendo obter uma maior satisfação, que vá de encontro às suas necessidades, interesses e gostos.

Já do ponto vista das empresas, estas terão de interagir de uma forma mais personalizada com os consumidores, produzindo uma oferta ainda mais individualizada, procurando uma relação mais próxima e profunda.

Surgem assim novos desafios, para as empresas poderem criar novas estratégias de Marketing de forma a atingir os seus objectivos neste mundo globalizado e ligado por rede.

Ainda dentro desta nova fase do Marketing, aborda-se o mundo pós-internet de uma forma bastante simples e objectiva, que passo a citar:

“As mudanças na Internet são:

  • Transferências do poder de vendedores para compradores – Os consumidores são mais exigentes e estão á distância de um clique de uma diversidade de concorrentes globais;
  • Fragmentação do mercado – Com o advento da Internet, os vendedores podem criar produtos e comunicar com grupos-alvo de dimensão muito reduzida, inclusive optando por uma abordagem one-to-one (individualização);
  • Fim das distâncias – A localização geográfica deixou de ser um factor determinante na colaboração com parceiros de negócio, fornecedores ou clientes. Este fenómeno permite a vendedores e compradores dispensar intermediários tradicionais, promovendo a desintermediação;
  • Compressão do Tempo – A comunicação entre as empresas e os seus públicos (stakeholders) pode ser efectuada a qualquer hora do dia, todos os dias da semana (24×7).”

Como se pode observar, a internet veio de facto mudar a forma como até aos meados da década de 80, as empresas interagiam com o mercado. Desde então a Internet não mais estagnou na sua evolução.

Ranking de Publicidade Online – EUA

29 Jun
29/06/2011

O Facebook tornou-se recentemente a 3ª empresa que mais vende publicidade digital.

Mais de dois terços da publicidade online, vão para apenas 5 empresas nos Estados unidos em 2011, segundo um estudo recente lançado pela eMarketer americana.

A consolidação da publicidade online têm vindo a solidificar-se ano após ano, com as empresas americanas a perceberem do potencial deste tipo de publicidade, complementando o mix da comunicação (televisão, rádio e jornais). A Google lidera a quota de mercado com cerca de 41% do bolo total da publicidade online. Por sua vez a Yahoo e a AOL estão a perder uma fatia do mercado muito considerável. O fenómeno Facebook, irá chegar aos 7%, ultrapassando a Microsoft que surge em último lugar.

Os ganhos da Google vêm maioritariamente do Adwords e dos “searchs” no motor de busca. Curiosa é a crescente subida do motor de busca “Bing”, que começa a arrecadar para a Microsoft uma pequena mas crescente quota de mercado que já referi. O quadro abaixo revela as subidas e descidas das 5 maiores empresas de publicidade online.

Fonte: eMarketer

A Nova Publicidade do Facebook

20 Jun
20/06/2011

O Facebook prepara-se para uma nova era de envolvimento das marcas com os consumidores.

Através da Facebook AdExpo realizado no ano passado, onde foram testadas cerca de 100 ideias para evolver os consumidores com as marcas, com diversas agências de publicidade a aceitarem o desafio, saiu uma ideia vencedora protagonizada por Leo Burnett de Chicago.

A nova forma de abordagem à publicidade é fascinante. A partir de uma simples conversa de amigos no Facebook, que envolva alguma marca, irá gerar um questionário no lado direito da tela onde normalmente se pode visualizar a publicidade. Caso o utilizador decida responder ao questionário, este irá ganhar vida própria, permitindo aos amigos comentarem sobre o questionário preenchido.

Esta aberta a porta ao (des)controlo das marcas, não pelas empresas, mas pelos utilizadores!

O Facebook continua ainda a apostar na ligação com as agências de publicidade de forma a tirar o máximo partido das mesmas. Recentemente em Abril lançou um site Facebook Studio, onde os criativos da publicidade e do marketing podem trocar, partilhar e comentar ideias, podendo assim aprender as melhores técnicas de envolver os utilizadores com as marcas.

Será que já entramos na era da Web 3.0?

Investimento em Banners Publicitários irá Aumentar

11 Jun
11/06/2011

Os gastos com a publicidade em “Display Advertsing” ou banners vão aumentar nos Estados Unidos de 25$ bilhiões de dólares em 2010 para 200$ bilhões de dólares dentro de 2 a 3 anos, segundo Neal Mohan, vice-presidente da Google no congresso do Interactive Advertising Bureau, evento que decorreu em Nova York.

Este aumento previsto pelas empresas ligadas ao mundo digital, têm levado a Google a investir fortemente na publicidade gráfica, segundo Neal Mohan.

Em Portugal verifica-se que na publicidade gráfica, apenas as grandes empresas têm investido fortemente neste formato de publicidade online. Possivelmente os orçamentos das pequenas e médias empresas não chegam para este investimentos. Ou talvez estas pequenas e médias empresas ainda não tenham percebido a importância da publicidade online e o que ela poderá trazer aos seus negócios.

Irá ser interessante a evolução do mercado da publicidade online em Portugal, sendo que começam a existir algumas agências de marketing digital, que realmente sabem ter uma adequada aproximação ao mercado com ferramentas profissionais e recursos humanos especializados na área.

Fonte: DMNNews

Cupões Online e o seu Sucesso

01 Jun
01/06/2011

Os Cupões Online estão a fazer sucesso nos Estados Unidos. São diversos os factores que estão a levar ao crescente uso destes cartões de desconto online.

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Aumento de investimento em Marketing Digital nos Estados Unidos

30 Mai
30/05/2011

Estes dados apontam para um volume de negócios de 7,3 biliões de dólares ao longo do primeiro trimestre de 2011, o que representa um crescimento de 23% face a igual período do ano anterior.

Estes números vêem confirmar a aposta das empresas norte americanas em definitivo no Marketing Digital.

É impressionante o aumento de receitas!

“O aumento homólogo de 23% agora registado nas receitas do primeiro trimestre não é apenas impressionante por si só, mas especialmente quando se leva em conta o fato de que 2010 foi um ano recorde-se de receitas de publicidade na Internet“, disse David Silverman, sócio da PricewaterhouseCoopers.

Acrescenta ainda que “estes números indicam que a área de publicidade interativa simplesmente não só recuperou desde a recessão de 2008, como está a crescer de uma forma dinâmica”.

“O crescimento consistente e considerável ano a ano demonstra que a área digital é um destino popular para os anunciantes, e por boas razões”, disse Randall Rothenberg, presidente e CEO do IAB.

Conclui dizendo que “como os americanos gastam mais tempo online para se informarem, mas também em entretenimento, a publicidade e marketing digital são agora uma das ferramentas mais eficazes para as empresas poderem atrair e reter clientes”.

Investimento em Publicidade – Tendência nos EUA

20 Mai
20/05/2011

Depois de cair em 18,5% em 2009, os gastos com publicidade nos media tradicionais está numa recuperação lenta. Estima-se gastos de 2,1% em 2010, para 127,2 biliões de dólares nos Estados Unidos.

Prevê-se que nos próximos anos, os gastos irão aumentar para 130 bilhões de dólares até 2015, longe dos 165,94 bilhões dólares registados em 2007 nas vésperas da recente recessão.

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