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Glossário de Marketing Digital

08 Jan
08/01/2014

Sendo o Marketing Digital uma área relativamente recente, existem muitas palavras que ainda não estão devidamente traduzidas para Português. Assim decidimos escrever uma lista com as principais terminologias usadas com as respetivas definições.

Glossário de Marketing Digital:

Ad Serving – Servidor de anúncio, aplicação responsável pela apresentação dos anúncios num site. Possibilita a gestão do mesmo e a obtenção de diversas estatísticas.

Affiliate Marketing – Uma filial (proprietário de um web site com muito tráfego), exibe um anúncio (como um banner ou link)  para uma empresa. Se um consumidor visitar esse anúncio, o site que o exibe receberá uma comissão.

Applet – Pequeno software de aplicação que é utilizado pelos browsers para disparar automaticamente uma animação e/ou para aceder a uma base de dados requerida pelo utilizador.

ARPANET – Rede percursora da Internet, criada e desenvolvida nos anos 60 e 70 pelo departamento de defesa Norte-Americano.

ASP – Aplicacion service provider, empresa que fornece aplicações informáticas em regime partilhado para os seus clientes. Este software reside no servidor do ASP.

Autoresponder – Software utilizado para automatizar determinadas acções na comunicação entre uma empresa e um cliente ou potencial cliente. É uma espécie de resposta automática a mensagens de correio electrónico.

Avatar – A foto ou desenho animado usado para representar um indivíduo num chat, fóruns, jogos ou num site.

B2B – Business to Business, relativo ao comércio electrónico realizado por empresas entre si.

B2C – Business to Consumer, relativo ao comércio electrónico realizado entre empresas e consumidores.

B2G – Business to Government, relações comerciais entre as empresas e os governos.

Backbone – Canal primário do tráfego electrónico na rede.

Bandwidth – A taxa de transmissão de uma linha de comunicação, normalmente medido em kilobytes por segundo  (Kbps).

Banner – Anúncio da Web rectangular que mede geralmente 468*60 pixéis. Quando se clica, executa um programa ou direcciona o utilizador para outra página.

BBC – Blind Carbon Copy, campo que se utiliza para enviar uma mensagem de correio electrónico para diversas pessoas, sem que estas tenham conhecimento a que outras pessoas a mesma mensagem foi enviada.

Blog – Um espaço on-line regularmente actualizado apresentando opiniões ou actividades de um indivíduo ou um grupo de indivíduos e exibido em ordem cronológica.

Branding – Quando se trabalha uma marca na Web.

Brochureware – Designação corrente de um site em que a informação foi transferida directamente para a Internet através de uma base de papel previamente existente.

Buffering – Quando um player de mídia streaming salva porções de arquivo até que haja suficiente informações para o arquivo começar a correr.

Business Intelligence – Compilação de informação primária e secundária acerca da concorrência, mercados, clientes e outra informação comercial relevante.

Button/Butão – Um anúncio quadrado online normalmente encontrados incorporado em uma página do site. Dimensões: 125×125, 120×90, 120×60, 88×31 ou 120×240 pixéis.

Buzzword – Palavra aplicada aos negócios da nova economia (economia digital);

C2B – Consumer to Business, referente ao comércio electrónico em que a iniciativa parte do consumidor;

C2C – Consumer to Consumer, relativo ao comércio electrónico em que os consumidores negoceiam entre si, com o patrocínio de um broker. Os mais frequentes são os leilões;

Cache – Memória que permite armazenar temporariamente os ficheiros, contéudos e páginas mais pedidos, de forma a aumentar a rapidez com que aparecem ao utilizador;

Clicks/Cliques – A oportunidade do utilizador selecionar um determinado botão num site e efectuar uma ligação á internet;

Clipping – Classificação das notícias;

Collaborative virtual – Trata-se de um programa que compila opiniões de cibernautas sobre um mesmo tema e as disponibiliza a outros em tempo real;

Cookie – Um ficheiro registado no disco rígido do computador que unicamente identifica o utilizador desse browser. Existem dois tipos de cookies, as persistentes e as sessões. As primeiras permanecem no computador do internauta até que este as apague ou expirem. As sessões (sessions cookies) são temporárias e apagam-se quando o browser se desliga;

CPC – Custo por clique, preço pago para veicular um anúncio num site baseado exclusivamente na contagem das vezes que a publicidade recebeu cliques dos utilizadores;

CPL – Custo por lead, preço pago para veicular um anúncio num site, baseado em quantos leads o anúncio gerou;

CPM – Custo por mil impressões, é o preço pago pelos anunciantes quando o seu banner é visualizado 1000 vezes;

CPO – Cost per order, custo por encomenda, isto é, o preço pago para veicular um anúncio num site, baseado em quantas encomendas resultou a exposição dessa publicidade;

CRM – Customer relationship managment, comunicação única e individualizada com o cliente a partir de gestão de base de dados. Criação de acções de marketing coordenadas e personalizadas, que evitando conflitos, proporcionam sinergias com o cliente em todos os pontos de contacto entre este e a empresa.

CTR – Click-through rate, taxa de respostas de um anúncio online. É uma percentagem resultante da divisão do número de click-throughs pelos números de impressões.

Cupões virtuais – Cupões promocionais apenas com existência online, para utilização exclusiva em lojas virtuais;

Data mining –  Extracção de informação de uma data warehouse que permite a previsão através de análise estatística, para encontrar padrões e outra informação nas bases de dados;

Domínio – Sistema de endereçamento da internet constituída por uma sequência de nomes separados por pontos;

Double opt-out – Acção utilizada para confirmar o registo de uma pessoa numa base de dados por email;

E- Commerce – Comércio electrónico;

E-ad – Anúncio digital;

E-Business – Termo registado pela IBM e que pode definir-se como sendo a continua optimização das actividades de uma empresa utilizando as tecnologias digitais, tais como as comunicações digitais, o e-commerce e a pesquisa online;

E-Coupons – Forma de promoção de um serviço ou produto através de um “cupão” na internet.

Effective reach – Alcance efectivo, número de pessoas que verão uma propaganda pelo número efectivo de vezes;

E-Market place – Intermediário que possui um site onde coloca em contacto vendedor e comprador, facilitando negócios;

E-newsletter – Mensagem de e-mail enviada para um conjunto de internautas com o mesmo perfil, com o intuito de divulgar informações sobre a entidade emissora. Na sua maioria são pedidas pelos internautas através de subscrições.

E-publicidade – Publicidade veiculada nos meios digitais.

E-zine – Revista publicada especificamente na internet.

Frequência – Número vezes que as pessoas ou famílias são expostas a uma mensagem publicitária, a uma campanha publicitária.

FTP – File transfer protocol, protocolo para movimentação e transferência de ficheiros na internet.

Interruptive Marketing – Publicidade online que aparece nas telas dos internautas no topo do conteúdo da web  ( às vezes antes Web página aparece).

Interstitial – Peça publicitária que interrompe o internauta antes do carregamento de uma determinada página Web. Pode ser uma página inteira que aparece no monitor ou uma pequena janela que aparece na frente da página.

ISP – Internet service provider, empresa que fornece ligação para acesso à internet.

Anúncios intersticial – Aparecem entre duas páginas de conteúdo.  Também conhecido como splash pages e anúncios de transição.

IPTV (Internet Protocol TV) – O uso de uma conexão de banda larga para transmitir televisão digital através da Internet para subscritores.

Microsite – Um sub-site com publicidade normalmente enquadrado dentro de um site principal. O internauta permanece no site principal, mas tem acesso a mais informações do anunciante.

Keyword – Entrada indexada que indica um ficheiro ou documento especifico (palavra-chave).

Link – Endereço de ligação a outro documento.

Mailing list – Lista de assinantes para envio de correio electrónico.

Marketing Directo – Qualquer tipo de comunicação dirigida a consumidores ou empresas, criada para gerar uma resposta em forma de encomenda (direct order), um pedido de mais informações (lead) e/ou uma visita a uma loja ou outro espaço específico destinado à venda de produtos ou serviços (geração de tráfico).

Marketing one-to-one – Diálogo que ocorre entre uma empresa e os consumidores individualmente.

Marketing Viral – Equivalente online do Word of mouth, igualmente referido como word of mouse. Ocorre quando são efectuadas sucessivos reenvios de correios electrónicos recebidos para migos, colegas e familiares.

M-commerce – Comércio electrónico através de dispositivos móveis de acesso à internet.

Opt-in – Estratégia seguida pelas empresas para a criação da sua base de dados de endereços de correio electrónico, neste caso as pessoas estão conscientes que os seus endereços estão inseridos na base de dados, pois deram o seu consentimento.

Opt-out – Estratégia seguida pelas empresas para a criação da sua base de dados de endereços de correio electrónico, neste caso as pessoas não estão conscientes que os seus endereços estão inseridos na base de dados, pois não deram o seu consentimento, mas tem opção de pedir para que os seus dados sejam retirados da base de dados.
Orientações Rich Media – Guia de Design produzido pelo IAB para a utilização eficaz dos Tecnologias Rich Media em todas as formas de Internet publicidade. Têm como objectivo proteger o usuário experiência, mantendo-os no controle da por exemplo, a experiência: o incentivo claramente identificados perto, botões de som e vídeo.

Skyscraper – Um anúncio de comprimento, vertical,  normalmente encontrado correndo ao lado de uma página num posicionamento fixo.
Overlay – O conteúdo da publicidade on-line que aparece no topo da página.

Permission Marketing – Consiste em obter o direito de se relacionar com um individuo. Significa que indivíduos permitem que uma empresa lhes envie informação ou publicidade.

Post – Mensagem enviada para uma comunidade virtual, blog, grupo de discussão, lista de correio ou fórum de discussão.

Pre-roll – O nome dado à publicidade mostrada antes, ou durante um vídeo online .

Publicidade Contextual  – A publicidade que é segmentado ao conteúdo da página Web e que está ser visualizado nesse momento específico.
Pull – Estratégia publicitária mediante a qual é o público-alvo que decide que tipo de mensagens publicitárias quer receber.

Push – Estratégia publicitária mediante a qual o anunciante decide que tipo de mensagens publicitárias o público-alvo irá receber, sem que este último tenha qualquer opção de escolha.
Rich Media – É o nome coletivo para formatos de publicidade online que utilizam avançados processos para fazer crescer uma marca na Internet. Usa-se normalmente elementos interativos e áudio-visuais para dar um conteúdo mais rico ao consumidor, tentanto através destas novas experiência criar-se uma interacção entre a publicidade e o seu público-alvo.

ROI – Return of investment, retorno do investimento realizado.

RSS – Really simple syndication, formato XML criado para partilhar títulos de notícias e outros contéudos Web. Esta tecnologia permite aos utilizadores receberem as notícias relacionadas com os temas de seu interesse, sem terem que consultar cada uma das fontes para as procurarem, recebendo-as directamente no seu ambiente de trabalho.

Universal Advertising Package – Um conjunto de formatos de publicidade online que são padronizados definidos pelo IAB.

Search Marketing – Acção de publicitar um site através dos motores de busca, quer seja através de melhorar o posicionamento na pesquisa orgânica, por compra de publicidade nos motores de busca ou pela combinação destas duas actividades.

Segmentação Comportamental – Uma forma de marketing online que usa tecnologia de publicidade para atingir os usuários da web com base na sua anterior comportamento.  Publicidade criativa e de conteúdo que pode ser adaptado para ser mais relevante para um determinado usuário, capturando sua decisão anterior tornando o comportamento (por exemplo: o preenchimento preferências ou visitar certas áreas do um site com frequência) e à procura de padrões.

SEO – Search engine optimization, acção de alterar um site de tal forma que ele seja mais visível na pesquisa orgânica dos motores de busca.

SET – Secure electronic transactions, padrão de encriptação cujo objectivo é garantir a segurança das transacções de e-commerce e que foi desenvolvida pelo Visa e pela Mastercard.

Site– Denominação de um endereço de internet que agrega um conjunto de páginas sobre determinado assunto.

SMTP – Simple mail transfer protocol. Protocolo que se utiliza para o envio de mensagens de correio electrónico em computadores.

Social Networking – Forma de expandir os contactos sociais e profissionais realizando conexões através de outras pessoas.

Solus email advertising – onde o corpo do do e-mail é determinado pelo anunciante, incluindo texto e elementos gráficos, e é enviado em seu nome por um gerenciador de lista de e-mail /proprietário. O email marketing é realizado numa base opt-in, onde o destinatário tenha dado seu consentimento para receber comunicações.

Spam – Mensagens publicitárias enviadas para um grande número de pessoas que não solicitaram essa informação.

Spider – Também denominado robot, programa desenvolvido pelos motores de busca e que viaja na internet automaticamente, normalmente para indexar contéudos de sites, registando toda a informação relevante nas bases de dados motores de busca respectivos.

SSL – Secure sockets layer, técnica de encriptação utilizada para ocultar informação, como seja números de cartões de crédito, quando estes passam através da internet, de um browser para um servidor da Web.

Sponsorship – patrocínios Anunciante alvo áreas de conteúdo (por exemplo, o Web site inteiro,
área local ou um evento) vezes para promoção finalidades.

Streaming media – Compressão de áudio / vídeo que desempenha e  realiza o download ao mesmo tempo.
O usuário não precisa esperar para o conjunto arquivo para baixar antes de começar a jogar.

Superstitials – Uma forma de publicidade de rich media que permite uma experiência de TV como na internet. É totalmente pré-cache antes de iniciar.

Tagging – Acção de criar tags (palavras-chave) para classificar um elemento digital, como sejam um site, uma imagem ou um vídeo. Com este tipo de metadata consegue-se descrever os elementos.

Target Marketing – Análise de público segmentado, por exemplo, banners ou promoções para uma faixa especifica do mercado.

Taxa de conversão – Medida de sucesso de uma publicidade on-line quando comparado com o click-through taxa. O que define uma ‘conversão ‘ depende o objetivo de marketing, por exemplo: ela pode ser definida como uma venda ou uma solicitação para receber mais informações, etc …

Formato Embedded – Formatos de Publicidade  que são exibidos em espaços definidos em um
página do editor.

banner expansível arranha-céu / – Fixos  canais de publicidade on-line que expandem  sobre a página em resposta à acção do usuário,  por exemplo: mouseover.

Flash – Software que cria  animação e elementos interativos que são de rápido download.

Flash impressão – O número total de solicitações feitas para as páginas holdign baseados em flash.
Impressão – A métrica utilizada para medir  as visualizações de uma página web e seus elementos, incluindo  a publicidade.
UMTS – Universal mobile telecommunications system, terceira geração de comunicações móveis que vai substituir o GSM, permitindo a distribuição de informação em banda larga.

Conteúdo gerado pelo usuário – o conteúdo on-line criado por usuários do site em vez de mídia
proprietárias ou editoras – quer através de opiniões, blogging, podcasting ou postar comentários,
fotos ou videoclipes. Sites que encorajam conteúdo gerado pelo usuário. Exemplo – MySpace, YouTube, Wikipedia e Flickr.

Web 2.0 – O termo Web 2.0 descreve a próxima geração do uso online. Web 2.0 identifica o consumidor como um dos principais contribuintes na evolução da Internet nos dois sentidos. O Internauta passa de espectador a contribuidor.

Usuários únicos – Número de indivíduos diferentes que visitam um site dentro de um período de tempo específico.

Web – Abraviatura de World-Wide-Web. É parte da internet que suporta um interface gráfico de utilizador que permite a navegação em hipertexto com um browser.

Wiki – Um wiki é um tipo de site que permite que os próprios visitantes facilmente adicionar, remover,
ou editar e alterar algumas disponível conteúdo, às vezes sem a necessidade de registo.

As Vantagens do Marketing Digital

07 Jan
07/01/2014

Mas afinal quais são as principais vantagens do marketing digital?

Abordamos aqui algumas vantagens assim como estratégias que permitam uma comunição mais eficaz no meio digital. Mas afinal como podemos trabalhar os 4 p´s no marketing digital?

Produto
  • A apresentação deverá ser cuidada e graficamente agradável, contendo uma descrição bem formatada.
  • Marcas com boa notoriedade e uma imagem consolidada terão de ter em atenção as grandes diferenças entre o âmbito geográfico dos mercados, real e virtual.
Preço
  • Poderá e deverá ser adaptado e ajustado ao cliente, podendo ser mais baixo no mercado virtual. Contudo é necessário conciliar o preço virtual com o do mercado real de forma a não prejudicar nenhuma delas
  • Os sistemas de pagamento têm de ser fiáveis, e devem dar ao cliente a garantia de segurança.
Distribuição
  • Internet permite que a distribuição seja barata e imediata, por download, de produtos financeiros, software, livros, informação, algumas imagens, música e material audiovisual.
  • Os produtos e serviços podem também eles serem chegarem aos destinatários de uma forma rápida e barata.
Comunicação-Marketing
  • O meio digital permite inúmeros meios de comunicação para abordar os consumidores, tais como, os banners, links, chats, chatrooms, newsgroups, email marketing, marketing viral, publicidade on-line e redes sociais.
  • Com a Web e a possibilidade de ter um acesso a um mercado global, é necessário haver um entendimento cultural, da ordem jurídica, língua entre outros desses países de forma a ultrapassar as barreiras que podem surgir no caminho.

Na internet encontramos uma nova e poderosa ferramenta de comunicação, onde as fronteiras dos países deixam de existir, onde os consumidores podem estar em Portugal ou na Austrália, onde se pode segmentar e personalizar as mensagens que são enviadas, onde se pode comunicar de uma forma personalizada e onde podemos medir os resultados obtidos com rigor e exactidão.

As vantagens da utilização deste meio são evidentes tanto para os internautas/consumidores como para as organizações.

Para os internautas e consumidores
  • Na consulta rápida e eficaz da informação.
  • Interactividade com a Web 2.0.
  • Maior oferta de produtos e serviços.
  • Consulta de preços.
  • Recreação e diversão.
  • Gratificação imediata.
  • Conveniência (acesso em qualquer lugar e a qualquer hora)
Para as organizações
  • Imagem de inovação da empresa com a presença na Web.
  • Estudos de mercado assertivos e precisos.
  • Capacidade de reacção á concorrência.
  • Capacidade de adaptação.
  • Acesso a um mercado global.
  • Acesso permanente ao mercado.
  • Capacidade de interacção.
  • Redução do preço com a eliminação de intermediários.
  • Optimização de recursos com a capacidade de poupar tanto nos recursos humanos, como com gastos referentes a espaços físicos.
  • Capacidade de interacção directa e imediata com o consumidor para criar ou adequar novos produtos ou serviços.
  • Capacidade de reacção mais eficaz na assistência ao cliente.

Outras vantagens do marketing digital para as empresas
  • Marketing mais orientado para o seu target;
  • Menos gastos em publicidade para a obtenção de melhores resultados;
  • Maior controlo do impacto da campanha;
  • Melhoria da imagem da marca em termos de inovação;
  • Potencial da dimensão do mercado;
  • Comunicação instantânea;
  • Plano de marketing digital totalmente exclusivo e direccionado para as suas necessidades;
  • Assessoria especializada na selecção das acções propostas

.

Casos práticos nas vantagens do Marketing Digital
  • Quando acedemos a um site estrangeiro é possível visualizarmos um banner com um produto Português, e isto acontece porque o sistema detecta que esse endereço de IP é de Portugal
  • Estando a finalizar uma compra na internet podemos sugerir um outro produto a esse internauta, estabelecendo um relação entre o produto que estamos a vender e um outro produto que está relacionado com o interesse do internauta.
  • Estabelecer uma ligação directa entre os consumidores e os departamentos de investigação e desenvolvimento torna-se realizada de, com benefícios para ambas as partes.

São assim ilustrativas as vantagens que o marketing digital poderá trazer tanto para as empresas como para os consumidores e a mudança de paradigma comunicacional que esta nova ferramenta de Marketing acrescenta no mercado global.

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Bibliografia utilizada:

Coelho e Cavique “Plano de Marketing” (2008)

Carrera “Marketing Digital e a Web 2.0″  (2009)

Marketing na Internet? Como fazer?

19 Dez
19/12/2013

Como fazer marketing na internet? Como fazer?!

Muitas empresas têm a ideia que o Marketing é “coisa de empresa grande”. Empresa que é pequena não faz marketing, não tem departamento de marketing. Esta ideia está completamente errada. O marketing pode poupar-lhe tempo, esforço, ajuda-o a ser objetivo, permitindo controlar a evolução do seu negócio.

Além dos meios tradicionais, o marketing tem obrigatoriamente que ser feito através de meios digitais, pois é onde o nosso público está – na Internet.

Fazer marketing na Internet traz imensas vantagens, entre elas a grande interatividade existente entre empresa e potencial cliente; a acessibilidade pois a comunicação existe 24 horas por dia, 7 dias por semana; o facto de a empresa poder personalizar a mensagem; os baixos custos; assim como um melhor controlo das ações realizadas, já que é possível quantificar os custos, obtendo resultados mais fiáveis.

Depois de definirmos o nosso público, há que saber o comportamento destes na Internet. Existem estudos que nos podem auxiliar nesta tarefa, por exemplo, o do NetPanel – Estudo Nacional de Audiências de Internet da Marketest que toma em consideração vários fatores, a idade, o sexo, a cidade, os sites procurados, o período horário, a frequência, as habilitações literárias, etc. A realização de inquéritos também pode ser uma boa ferramenta para conhecer a melhor forma de comunicar com os seus clientes, que canais privilegiam, que informações valorizam, sugestões para melhorar o serviço/produto, etc.

Para fazer marketing na Internet pode usar uma estratégia ou combinar várias. A que regista maior adesão por parte das empresas é a criação de um website/blog em que a empresa se dá a conhecer, contendo informações institucionais e comerciais. A verdadeira estratégia está em colocar o seu site numa boa posição nos motores de busca, como o Google, através da otimização do seu site, o que pode ser conseguido com conteúdo relevante.

Outra forma de fazer marketing na Internet será fazer email-marketing, isto é, comunicar com os seus clientes através de e-mail para divulgar novidades, eventos da empresa, promoções, para enviar newsletters, ou para mera manutenção de uma relação de cordialidade com o cliente – uma carta de agradecimento pelas compras feitas, os desejos de um feliz aniversário, entre outros.

A publicidade on-line é outra forma de fazer marketing na Internet. Os conhecidos banners, área de imagem, com ou sem animação, e os anúncios publicitários quer em texto ou multimédia, utilizados para atrair um visitante ao seu site são uma ótima ferramenta para gerar tráfego para o seu site, assim como posicionar a sua marca.

As redes sociais estão a ganhar terreno entre as estratégias de fazer marketing na Internet. A visibilidade conseguida, o nº de pessoas alcançadas, a possibilidade de influenciar opiniões ajudam a que o seu site receba mais visitas, podendo contribuir para aumentar as vendas.

Não há porquê não fazer marketing na Internet. As potencialidades são enormes, os custos não são assim tão altos e o nº de utilizadores de Internet não para de crescer. Estas realidades não podem ser ignoradas, mas sim aproveitadas a favor do seu negócio!

Empresas de Marketing Digital em Portugal

17 Dez
17/12/2013

Porquê optar pela contratação de uma empresa de marketing digital para o seu negócio?

Imagine uma loja de produtos biológicos, que aliás, até está bastante na moda. Vamos chamar-lhe BIO.

Há uns anos atrás, seria comum ver a porta da loja com publicidade aos produtos; se calhar, um dia, ia à caixa do correio e lá estava um folheto a convidá-lo a visitar a loja, até para aproveitar uma promoção; e se acabasse por se tornar um cliente habitual, no Natal até receberia um brinde.

Este marketing tradicional funciona, mas tem as suas limitações. Provavelmente, esta loja conquistará clientes apenas das redondezas.

Já pensou no quanto a BIO poderia ganhar se contratasse os serviços de uma empresa de marketing digital?

Segundo a edição de 2013 do Bareme Internet da Marktest, 5 423 mil indivíduos utilizam a internet, o que mostra como a penetração de Internet em Portugal continua a crescer. Estes dados não podem ser ignorados, mas antes explorados!

O IPAM – The Marketing School, levou a cabo um estudo entre Maio e Junho deste ano, de forma a determinar a forma como as empresas utilizam as ferramentas de marketing digital em Portugal. O estudo concluiu que uma em cada três empresas atua na web mas sem qualquer estratégia definida. Outra conclusão é que 42% das empresas prevê o aumento de investimento em ações de marketing digital. Estes dados mostram o quão fundamental se revela a procura por profissionais de marketing digital em Portugal. Desengane-se a empresa que considera que a presença no Facebook ou a existência do site são suficientes para que os resultados apareçam.

A verdade é que as empresas de marketing digital propõem aos seus clientes uma infinidade de possibilidades, porque um planeamento de marketing digital permite alcançar mais público, através de novos canais, estando mais perto do cliente, através das plataformas móveis, que são cada vez mais utilizadas.

Voltando ao exemplo inicial, podemos concluir que ao contratar uma empresa de marketing digital, a BIO poderia expandir o seu negócio a nível nacional e não ser só uma loja de bairro, e quem sabe a nível internacional. Tal até poderia refletir-se numa mudança de estratégia, e a existência física da loja, poderia deixar de fazer sentido, o que implicaria uma diminuição dos custos e a aposta no comércio eletrónico, por exemplo.

E você o que acha que estas empresas podem fazer por si?

Estratégias de Marketing Digital

04 Dez
04/12/2013

“Ora bem, eu já tenho um site, até já tenho uma página no Facebook e as vendas continuam na mesma. Isto do marketing digital, afinal, é uma grande treta!” Identifica-se com este pensamento? Isto é o que muitas empresas pensam, mas isso acontece porque ainda existe muito trabalho por fazer. Ora vamos lá.

Em primeiro lugar, temos que conhecer bem o cliente que poderá procurar o nosso produto. Que palavras o potencial cliente utiliza para encontrar produtos ou serviços que a sua empresa comercializa?

Um dos primeiros passos nesta jornada será fazer pesquisa on-line, sendo esta uma das estratégias fundamentais de marketing digital, pois vai permitir saber a opinião e as necessidades dos consumidores sobre o produto/serviço em questão. Além disso, permite prever tendências e saber como a concorrência está a atuar.

Uma das principais estratégias de marketing digital será gerar conteúdo. Vamos tomar o exemplo de uma oficina automóvel. Na temática automóvel, o seu site deve ter informações relevantes, interessantes e originais para que quando alguém procure, por exemplo, por “guia do automóvel”, o seu site surja num dos primeiros resultados. Isso leva a que o potencial cliente entre no site para ler a informação que procurou – guia do automóvel – mas pode se interessar por algum serviço que a oficina disponibilize e tal converter-se numa venda. Aqui o profissional de marketing digital terá alcançado o primeiro objetivo da empresa: aparecer nos resultados do Google e atrair o utilizador para o seu site!

Com o crescimento das redes sociais, é importante que as empresas estejam presentes em plataformas como o Facebook, Twitter, pois esta é uma forma de criar uma relação com o cliente, de manter o contacto com ele, para o fazer recordar da existência da sua empresa. Num futuro artigo iremos aprofundar esta questão do marketing nas redes sociais.

Outra poderosa estratégia de marketing digital é o e-mail marketing. O seu site deverá ter uma área de registo, levando o utilizador a inscrever-se, e desta forma a empresa cria uma base de dados, e regularmente pode abordar o cliente através de e-mail com o envio de informações que já constam no site ou até o envio de promoções/novidades. Outro canal que está a crescer é o mobile marketing, através do envio de SMS. Um estudo da Leads360 revelou a superior eficácia da SMS sobre o e-mail. Quando o objetivo da mensagem é levar o cliente a agir – seja carregar num link ou contactar um nº de telefone, a SMS apresentou uma taxa de resposta média na ordem dos 45%, cerca de 7 vezes mais que em e-mail!

Agora, pode parecer-lhe que nos vamos afastar do assunto, mas lembra-se do Harlem Shake? Para quem não está recordado, tratava-se de uma dança sem qualquer coreografia que começava com apenas uma pessoa e segundos depois, apareciam imensas pessoas com máscaras e as mais variadas fatiotas também a dançar e a divertirem-se. Esta dança leva-nos a outra estratégia de marketing digitalo marketing viral. O Harlem Shake foi viral porque levou pessoas de todo o mundo a ver os vídeos no Youtube, tendo havido milhões de visualizações, e a que toda a gente quisesse criar e partilhar um vídeo desses.

A partilha, o passa-a-palavra, o criar rumor, uma mensagem informal podem ser ferramentas para ”agitar” um negócio, em que o público é que fica encarregue da divulgação.

A publicidade on-line, mais uma das estratégias de marketing digital, serve para expor a marca/empresa através de links patrocinados, banners, vídeos. Um dado curioso é que segundo a BusinessNewsDaily, a publicidade on-line através de vídeos na Internet é a preferida dos visualizadores e está a ultrapassar a publicidade da televisão tradicional.

Depois de combinar todas as estratégias de marketing digital, ou as que considere relevantes para o seu negócio, há que acompanhar os resultados, para definir novas metas e otimizar as ações.

E a sua empresa? Que estratégias usa?

Porquê escolher uma empresa de marketing digital em Portugal?

20 Nov
20/11/2013

Imagine uma loja de produtos biológicos, que aliás, até está bastante na moda. Vamos chamar-lhe BIO.

Há uns anos atrás, seria comum ver a porta da loja com publicidade aos produtos; se calhar, um dia, ia à caixa do correio e lá estava um folheto a convidá-lo a visitar a loja, até para aproveitar uma promoção; e se acabasse por se tornar um cliente habitual, no Natal até receberia um brinde.

Este marketing tradicional funciona, mas tem as suas limitações. Provavelmente, esta loja conquistará clientes apenas das redondezas.

Já pensou no quanto a BIO poderia ganhar se contratasse os serviços de uma empresa de marketing digital?

Segundo a edição de 2013 do Bareme Internet da Marktest, 5 423 mil indivíduos utilizam a internet, o que mostra como a penetração de Internet em Portugal continua a crescer. Estes dados não podem ser ignorados, mas antes explorados!

O IPAM – The Marketing School, levou a cabo um estudo entre Maio e Junho deste ano, de forma a determinar a forma como as empresas utilizam as ferramentas de marketing digital em Portugal. O estudo concluiu que uma em cada três empresas atua na web mas sem qualquer estratégia definida. Outra conclusão é que 42% das empresas prevê o aumento de investimento em ações de marketing digital. Estes dados mostram o quão fundamental se revela a procura por profissionais de marketing digital em Portugal. Desengane-se a empresa que considera que a presença no Facebook ou a existência do site são suficientes para que os resultados apareçam.

A verdade é que as empresas de marketing digital propõem aos seus clientes uma infinidade de possibilidades, porque um planeamento de marketing digital permite alcançar mais público, através de novos canais, estando mais perto do cliente, através das plataformas móveis, que são cada vez mais utilizadas.

Voltando ao exemplo inicial, podemos concluir que ao contratar uma empresa de marketing digital, a BIO poderia expandir o seu negócio a nível nacional e não ser só uma loja de bairro, e quem sabe a nível internacional. Tal até poderia refletir-se numa mudança de estratégia, e a existência física da loja, poderia deixar de fazer sentido, o que implicaria uma diminuição dos custos e a aposta no comércio eletrónico, por exemplo.

E a sua empresa? Do que está á espera?

A Origem e a Evolução do Marketing

13 Nov
13/11/2013

Existe uma evolução da corrente de pensamento do Marketing enquanto área de gestão até aos nossos dias, que se inicia na década de 50, com a Óptica de Orientação e se desenvolve continuamente até hoje. Iremos analisar esta evolução de forma a introduzir posteriormente o Marketing Digital podendo assim, percepcionar como se evoluiu até esta ferramenta do século XXI.

  • Óptica de Orientação

Este novo conceito forma-se com a criação de uma nova mentalidade de abordagem aos mercados, decorrente do pós-guerra de 1939-45, altura em que o progresso económico encontra-se no seu auge.

Inicia-se a reconstrução da Europa com o Plano Marshall, que tinha como objectivo, desenvolver economicamente a Europa, de forma a potenciar as exportações americanas.

Com esta nova dinâmica, a Europa têm a sua fase de ouro, com um crescimento contínuo e sustentado durante 25 anos até á crise do petróleo em 1973.

A Óptica de Orientação é apresentada, como a primeira vez em que os gestores das empresas, começam a focar-se no consumidor, de forma a potenciar os seus produtos e a irem ao encontro destes. A Óptica de Orientação defendia que o marketing existia para se ter uma melhor visão do mercado, para que as empresas pudessem produzir produtos que satisfizessem as necessidades sentidas no consumidor. São introduzidos assim novos métodos de estudo do mercado que permitiam conhecer melhor os públicos-alvo das empresas. Com estes novos métodos, os gestores partiriam numa posição favorável de forma a servir melhor os seus clientes e as suas necessidades. Por volta desta altura, surgem individualidades ligadas ao mundo do marketing como William Stanto e Philip Kotler que começam a definir as variáveis estratégicas de marketing das empresas para intervirem no mercado, nomeadamente o Marketing-Mix, que consiste na definição estratégica do Produto, Preço, Distribuição e Venda e Promoção.

Esta forma de ver o Marketing (Óptica de Orientação) prolonga-se até 1973, altura em que houve um novo paradigma na gestão das empresas fruto da crise energética, que fez que com que toda a economia mundial se recolocasse, com novas teorias. È de facto interessante observar a aprendizagem que surge sempre ligada a estas crises. Muitas vezes estas alturas podem ter um enorme potencial no surgimento de novas ideias e formas de contornar as dificuldades inerentes. Podemos assim até aprender com o passado e aplicá-lo ao presente visto que actualmente estarmos perante um cenário em tudo idêntico.

Retomando o tema, observa-se o surgimento de uma nova forma de ver o marketing a partir 1973.

  • Óptica de Marketing Integrado

Esta nova fase, fruto da crise petrolífera, cria um período altamente criativo e que traz consigo um enorme contributo para a evolução do marketing. Nasce uma nova forma de gestão do mercado, pois já não basta a empresa estudar o mercado, de forma a potenciar a sua produção às necessidades dos consumidores. A Óptica de Marketing Integrado defende que todos os consumidores são diferentes. Contudo estes agrupam-se em segmentos homogéneos nas suas preferências, que as empresas têm agora de estudar e explorar de forma a atingir os seus objectivos. É fundamental obter do consumidor uma satisfação mais consolidada e uma relação mais forte. São criados novos estudos de mercado que se focam na segmentação, de acordo com alguns importantes pressupostos que se mantém no marketing até hoje, que são as variáveis geográficas, demográficas, sociográficas e psicográficas, segmento-alvo (targeting) e referenciação dos produtos na mente do consumidor (posicionamento). Estes estudos pretendiam fazer com que os produtos das empresas fossem mais atractivas para os consumidores, sendo mais bens ajustados às características do mercado onde actuavam. Interessante observar que foi a partir desta altura, e fruto da crise de 1973, que as empresas começaram a definir muitas das estratégias de marketing usadas até aos nossos dias. Do ponto de vista de um aluno de marketing, como sou, é fundamental perceber de onde veio o marketing e como toda a sua evolução decorreu. Perceber de onde vimos é fundamental para podermos percepcionar para onde vamos.

Retornando ao tema, a Óptica de Marketing Integrada permitiu que muitas empresas obtivessem êxitos, mesmo numa época de crise, diversificando a oferta, conquistando novos mercados e ultrapassando as dificuldades que na época se verificaram, dando esta nova filosofia de gestão um novo impulso e desenvolvimento.

A esta fase de gestão de marketing está associada o retorno ao crescimento económico mundial. Esta mantém-se até aos meados dos anos 90, adaptando-se sempre às novas tendências que se vão verificando nos mercados.

  • Óptica de Marketing de Excelência

Com o início desta nova etapa da evolução do marketing, está a guerra do Golfo em 1990, e o inicio do desenvolvimento rápido das telecomunicações e da televisão. A esta fase está associada a capacidade das telecomunicações em transmitir em directo, um importante acontecimento, a qualquer pessoa, a qualquer hora, em qualquer parte do mundo. Nunca o mundo tinha vista tal capacidade. Tinha-se iniciado uma nova revolução com as tecnologias de informação. Desde então verificou-se o desenvolvimento e melhoramento de inúmeras tecnologias como os telemóveis, telecomunicações e televisão. Destaco no entanto a internet e a sua evolução que irei mais á frente aprofundar.

Com a existência destas novas tecnologias e uma maior exigência e maturidade dos consumidores e clientes juntando ainda, uma concorrência voraz, faz com que surja uma nova forma de ver o mercado a que se chamou, Marketing de Excelência. Nesta evolução percepciona-se que já não basta satisfazer o cliente, é preciso encantá-lo e fidelizá-lo. Verifica-se uma segmentação mais exaustiva, explorando pequenos nichos de mercado bastante homogéneos, nas suas preferências, interesses, gostos e necessidades. A fidelização passa a ser também uma das estratégias chave das empresas, visto que as empresas concluem que gastam 5 a 7 vezes mais a obter um novo comprador do que a mantê-lo fiel ao produto ou serviço.

Conclui-se ainda que a oferta deve tornar-se personalizada, ajustando-se às necessidades mais específicas do consumidor, sendo que o produto terá sempre de ter uma qualidade superior, correspondendo totalmente às necessidades dos clientes.

Existe ainda uma primeira geração de Marketing Digital, nascida nesta evolução das novas tecnologias que se caracterizou pela criação de negócios apenas presentes na internet, assim como a evolução de negócios que se encontravam já no mercado offline que migram para o mercado online, aumentando desta forma a facturação, as vendas e reduzindo os custos associados aos espaços físicos.

Até ao final da década de 90 esta corrente de pensamento do Marketing de Excelência manteve-se. Existe a previsão que a partir do inicio do século XXI, fruto do desenvolvimento contínuo das novas tecnologias como a internet de banda larga, novos dispositivos móveis com mais autonomia e processadores mais poderosos, poderá assistir-se uma vez mais á evolução e à forma como se “faz” o Marketing.

  • Marketing Pós-Internet

Com a chegada da internet, o Marketing têm uma ferramenta a acrescentar ao seu portfolio. Esta seguinte frase é sintomática segundo Nunes e Cavique (2008):

“O futuro estará cada vez mais ligado aos problemas de comunicação, num mundo globalizado e sem fronteiras reais, para a realização de negócios”

Estamos perante uma nova realidade, onde as mudanças poderão orientar-se para uma maior flexibilização de processos, métodos e redução de custos. Fala-se então da entrada do Marketing na «época de ouro» ou Marketing pós-internet. Os Autores referem que poderá haver uma maior aposta no marketing digital, acompanhado pelo Marketing tradicional de forma a chegar de forma mais eficaz a todos os consumidores, acompanhando ainda alguma tendência de substituição da televisão e rádio pela navegação na internet por parte dos consumidores, dando a oportunidade às empresas de poderem acompanhar esta tendência na alteração dos hábitos dos consumidores, podendo chegar a eles em qualquer altura em qualquer plataforma ligada á internet.

Analisando os consumidores, estes serão mais exigentes, tendo á sua disposição mais oferta, podendo-a comparar facilmente na internet, exigindo uma qualidade superior do produto ou serviço, podendo obter uma maior satisfação, que vá de encontro às suas necessidades, interesses e gostos.

Já do ponto vista das empresas, estas terão de interagir de uma forma mais personalizada com os consumidores, produzindo uma oferta ainda mais individualizada, procurando uma relação mais próxima e profunda.

Surgem assim novos desafios, para as empresas poderem criar novas estratégias de Marketing de forma a atingir os seus objectivos neste mundo globalizado e ligado por rede.

Ainda dentro desta nova fase do Marketing, Rita e Oliveira (2006), abordam o mundo pós-internet de uma forma bastante simples e objectiva, que passo a citar:

“As mudanças na Internet são:

  • Transferências do poder de vendedores para compradores – Os consumidores são mais exigentes e estão á distância de um clique de uma diversidade de concorrentes globais;
  • Fragmentação do mercado – Com o advento da Internet, os vendedores podem criar produtos e comunicar com grupos-alvo de dimensão muito reduzida, inclusive optando por uma abordagem one-to-one (individualização);
  • Fim das distâncias – A localização geográfica deixou de ser um factor determinante na colaboração com parceiros de negócio, fornecedores ou clientes. Este fenómeno permite a vendedores e compradores dispensar intermediários tradicionais, promovendo a desintermediação;
  • Compressão do Tempo – A comunicação entre as empresas e os seus públicos (stakeholders) pode ser efectuada a qualquer hora do dia, todos os dias da semana (24×7).”

Como se pode observar, a internet veio de facto mudar a forma como até aos meados da década de 80, as empresas interagiam com o mercado. Desde então a internet não mais estagnou na sua evolução. Iremos de seguida debruçar-me nesta incrível ferramenta de comunicação de forma a compreender toda esta nova dinâmica.

Fonte: Nunes e Cavique (2008)


Definição de Marketing Digital

01 Nov
01/11/2013

Actualizado em Novembro de 2013

O Marketing Digital é uma nova ferramenta do Marketing, que consiste em planos de acção e execução que as empresas podem utilizar através da internet, de dispositivos móveis e de outros dispositivos digitais para divulgar e comercializar os seus serviços e produtos, conquistando novos clientes, atingindo nichos de mercado e melhorando a sua rede de relacionamentos.

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