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Como Criar Estratégias Digitais para os Jogos Online

21 Mai
21/05/2014

O marketing de jogos online não é muito diferente daquele que é dirigido para outras actividades. Afinal, os consumidores finais dos produtos, são os mesmos e, há muito, que estão estudados, condicionados e educados para seguir determinados processos que a publicidade tem ao longo dos tempos criado.

Novos desafios, são sempre um fator primordial que se coloca, quer a quem desenvolve o software de jogos online, quer ao cliente que está sempre disposto a experimentar uma nova criação. Assim, o mercado de jogos em online e em particular o de jogos de casino online apesar de ter jogos que sempre tiveram e fizeram sucesso como póker, blackjack ou roleta nao podem por si só esperar que isso atraia jogadores e ficar parados uma vez que isso significaria o insucesso do site. No entanto, não existem receitas únicas. Alguns estudos apontam para que os níveis de desafio não possam ser comuns para todos. Por isso, os novos promotores de marketing e desenvolvedores de software de jogos apostam na divulgação e criação de jogos com tipos de desafios à medida, dependentes, sempre, de um certo tipo de público alvo.

Ora, conhecer estes tipos de públicos alvo, implica realizar estudos estatísticos e prospectivos de mercado. É importante conhecer o estatuto económico, o género, a idade, os estilos de vida e as preferências por determinados tipos de jogos de acordo com as populações, pois importa enquadrar cada nicho de população em conformidade com as preferências de estilos de jogos online ou não, quer se trata de jogos de estratégia, de jogos sociais ou de jogos de risco, a dinheiro ou gratuitos. Conhecer os perfis dos jogadores, é essencial.

Informação sobre como se constroem jogos virtuais, a sua mecânica e possibilidades criativas é também um factor importante a considerar, quando se trata de compreender o mercado que envolve a construção, produção e divulgação de jogos e a riqueza das suas potencialidades.

Entender o fluxo psicológico envolvido nos processos de qualquer jogador é também de enorme importância, designadamente nos capítulos de entender o que são metas claras, o que implica um elevado grau de concentração, a perda de sentido de autoconsciência, a distorção do tempo provocada pela vivência de experiências subjectivas, o feedback imediato ou mediato, o equilíbrio entre o nível de habilidade e o desafio, o sentimento de controlo sobre as situações ou atividades ou os níveis e necessidades de gratificação, por exemplo.

Qual a sua opinião em relação aos jogos online? Deixe-nos o seu feedback!

O Crescimento do Marketing Digital!

17 Fev
17/02/2014

Recentemente, a Forrester Research divulgou a projecção para o crescimento do Marketing Digital até 2016.

É interessante verificar que todos os estudos que vamos analisando prevêem um crescimento muito significativo do Marketing Digital nos próximos anos e este não foge à regra.

Ainda este fim de semana, o CEO da Google em Portugal, Paulo Barreto, revelou que apesar da crise, a Google Portugal cresceu dois dígitos no primeiro semestre de 2013. Afirmou ainda que as pequenas e médias empresas começam agora a valorizar o marketing digital, sendo uma excelente alternativa aos mídias tradicionais se tivermos em comparação os preços praticados e medição de resultados muito mais detalhada.

De acordo com a Forrester Research, esta área do Marketing irá valer cerca de  77 bilhões de dólares até 2016, que é equivalente ao que hoje é gasto com publicidade na televisão.

Ficamos ainda com alguns dados relevantes desta projecção:

  • Os motores de pesquisa vão perder quota de mercado e consequentemente vão perder importância nas estratégias de Marketing a aplicar no mundo digital. Contudo, este mercado irá valer cerca de 33.000 milhões dólares por ano(!).
  • As redes display, móveis e sociais, irão crescer substancialmente. As redes sociais irão liderar este crescimento, visto que o tempo médio passado nas redes sociais subiu muito consideravelmente nos últimos dois anos.

A indústria de marketing digital está de facto a crescer exponencialmente.

Existem vários factores que sustentam estas projeções de crescimento, senão vejamos:

  • Os Consumidores on-line são hoje mais inteligentes tendo nas suas mãos inúmeras ferramentas de pesquisa de produtos, de sites de comparação de preço, etc. Até as mais simples compras efectuadas na Internet estão-se a tornar mais ponderadas por parte dos consumidores. No entanto as compras online têm crescido todos os anos em Portugal.
  • A evolução da web têm ajudado os consumidores a navegar na Internet, a interagir com ela e consequentamente a passarem mais tempo frente a esta poderosa ferramenta de comunicação. A Internet democratizou-se.
  • Os consumidores confiam cada vez mais nas redes sociais, reviews de produtos ou serviços, demonstrações de vídeos, nas aplicações móveis e outras tecnologias no processo de decisão de compra.
  • As empresas conseguem medir com muita precisão como os seus clientes ou potenciais clientes interagem com a marca, podendo analisar com precisão o retorno de investimento do investimento em Marketing Digital.
  • Para as empresas, torna-se ainda evidente a multiplicidade de estratégias online. Já não basta apostar apenas nas redes sociais, ou só no site, ou apenas na publicidade online. É necessário diversificar os canais digitais de forma a chegar ao seu público-alvo.

A Google Compreende a tendência

Talvez tenha sido coincidência que com a pesquisa da Forrester a Google tenha lançado um novo serviço. A empresa anunciou a disponibilidade da sua nova função multi-canal no Google Analytics. A multi-canal têm a intenção de dar aos utilizadores do Google Analytics a capacidade de entender toda a gama de influências que levam à conversão online para os seus sites ou blogs.

Esta forma de análise de conversão é conhecido como multi-canal de atribuição, e certamente não é um conceito novo. Os Pioneiros na análise multi-canal incluem programas como o ClearSaleing, Atlas Solutions,  DoubleClick e Omniture. Mas estas ferramentas têm sido orientadas para os analistas de web avançadas, e vêm com preços premium. Agora, o Google introduziu ideias semelhantes para todos os seus utilizadores … de graça.

O Desafio para o Marketeer Digital

De facto é impressionante o ritmo a que esta área está sujeita. Para um Marketeer ligado ao digital, todos os dias existe uma novidade, é analisada uma alteração no hábito dos consumidores, mudam as regras dentro de alguma área digital, sendo que é fundamental ter um acompanhamento diário de tudo o que se vai passando não só em Portugal, mas no mundo!

Nesta constante evolução do mercado digital, por vezes é difícil planear e pensar as coisas no médio prazo e penso ser uma das características mais negativas desta área.

E você o que acha que vai acontecer em Portugal em relação ao Marketing Digital? Acha que as empresas com a crise deverão apostar nesta área?

A Web 2.0 e o Marketing Digital

17 Fev
17/02/2014

Com a chegada da Web 2.0 as empresas apercebem-se do potencial deste novo meio de comunicação. O Marketing tradicional pelo qual as empresas faziam passar toda a sua comunicação (revistas, televisão, boletins informativos e anúncios) já não é suficiente para se atingir nichos de mercado que as empresas procuram.

A era digital, revolucionada com a evolução contínua da internet da Web 1.0 para a Web 2.0 e a nova interacção que resulta do seu desenvolvimento, faz com que o Marketing e as empresas procurem encontrar novas formas de comunicar com o seu público-alvo. Contudo existe uma inversão do processo de comunicação. Actualmente na Internet o processo de troca, é cada vez mais iniciado e controlado pelo cliente ao invés do que acontece por exemplo na televisão, onde o consumidor não pode interagir, sendo portanto um elemento passivo no processo comunicacional. Com esta inversão da comunicação, as empresas empenham-se no desenvolvimento de novas formas de comunicação que envolvam as pessoas.

Segundo Kotler (2006d, pág. 615), existem inúmeros benefícios neste marketing interactivo. Senão vejamos:

  • Os resultados podem ser medidos e identificados;
  • Através das keywords podemos direccionar a comunicação para os utilizadores que utilizam motores de busca;
  • A internet é um meio eficaz para chegar às pessoas a qualquer altura do dia, circunstâncias diferentes das tradicionais;
  • A internet é cada vez mais um espaço utilizado pelos consumidores jovens com boa escolaridade, que tomam cada vez mais as suas decisões de compra pela Internet, tendo mais influência do que a televisão.

Carlos Pinto Ascensão (2009) avança com algumas vantagens da utilização da internet pelas empresas para a divulgação dos seus produtos ou serviços:

  • A possibilidade de atingir um público geograficamente localizado, com uma segmentação detalhada através da idade, do género e dos interesses dos potenciais clientes;
  • Através de um orçamento reduzido, podemos atingir um elevado retorno do investimento (Return of Investment – ROI)
  • Redução significativa do custo de interacção com o cliente e o aumento da qualidade dessa interacção
  • O Marketing digital permite-nos comunicar com os nossos clientes quase instantaneamente;
  • Ligação directa entre os consumidores e os departamentos de inovação torna-se uma realidade com benefícios de ambas as partes

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O que Fazemos? Somos Especializados em Marketing Digital!

27 Jan
27/01/2014

A Digital Discovery é uma agência de publicidade online e marketing digital sediada no Porto que oferece uma extensa gama de serviços de marketing digital aos seus clientes.

A Digital Discovery destina-se a todas as pequenas e médias empresas inovadoras, que pretendam acrescentar valor aos seus produtos e serviços através do canal digital, aproveitando as tendências no uso da Internet, redes sociais, dispositivos móveis chegando ao seu segmento-alvo em qualquer hora e em qualquer lugar potenciando as vendas e aumentando a notoriedade da marca, através de diversas campanhas online que pomos à disposição da sua empresa.

Nos quadros da Digital Discovery temos profissionais com experiência, certificados pela Google em Google Adwords e Google Analytics e certificados pelo Facebook em Facebook Studio. Recentemente obtivemos o certificado da Microsoft para o Bing Ads. Para nós o conhecimento é fundamental e é esse “extra mile” que nos diferencia da concorrência e assegura os melhores serviços de marketing digital aos nossos clientes. Fazemos ainda parte do Google Engade, programa da Google que inclui agências de marketing ligadas á publicidade online em Portugal.

Visite o nosso website – http://www.digitaldiscovery.com.pt

Como Posso Evitar que os Meus Emails Caiam no Spam?

24 Jan
24/01/2014

Como posso evitar que os meus emails caiam no spam?

Regra n.º 1 para entregar  emails no inbox: não existe fórmula mágica!

Ninguém nem nenhum sistema pode garantir que os seus emails cheguem à caixa de entrada dos destinatários (tal como ninguém pode entrar de repente em casa de qualquer outra pessoa só porque apetece :).

Mas não se preocupe, é aqui que vem a regra n.º 2, ainda mais importante: se cumprir sempre todas as normas do email marketing,maximizará as hipóteses de entrar no inbox!

Que normas são essas? É fundamental seguir as recomendações que aqui apresentamos (clique no infográfico abaixo para ver um resumo delas).


Rumo à Entregalândia!

Envie emails só às pessoas que deram autorização para receber os seus emails

Esta nunca falha! É de longe a principal razão para que um email caia no spam. Os grandes ISP (serviços de correio), como o Gmail, Hotmail e Yahoo, estão sempre atentos à forma como as pessoas reagem aos emails. Quanto mais essas pessoas abrem, respondem, reencaminham ou clicam nos emails que recebem, mais os ISP aumentam a reputação de quem fez o envio. E quanto maior essa reputação, mais facilmente os emails entram no inbox.

Mas cuidado! Os seus emails ficarão com péssima reputação se forem:

– Ignorados e eliminados pela maioria das pessoas (muitas das quais se removem)

– Marcados como spam por muita gente

– Enviados para muitos endereços inválidos ou abandonados(chamam-se “bounces” e abundam em listas de contatos antigas)

– Enviados para spamtraps (um spamtrap é um endereço de email criado de propósito para identificar spammers – qualquer lista de contatos comprada ou recolhida em massa da Web está cheia deles e basta um único para arruinar a sua reputação!)

Os ISP detestam envios com má reputação e filtram-nos logo para a pasta de spam ou até impedem a entrega por completo.

Só existe uma forma de prevenir esta situação: envie sempre os seus emails apenas para quem confirmou de modo prévio e explícito que quer receber esses emails (preferencialmente através de um formulário de inscrição com double opt-in). Para confirmar se a sua lista de contatos segue as regras, clique no infográfico abaixo.


Descubra se é spammer!

Aumente o interesse do seu público pelos seus emails

Construir uma base de dados totalmente consentida é um excelente feito (parabéns! :), mas bombardear essas pessoas com emails chatos ou irrelevantes não vai correr nada bem.

Lembra-se do que dissemos sobre a reputação de envio no ponto anterior? Para os ISP, o que interessa é o comportamento das pessoas (chama-se “engagement”)!

Se elas reagirem com indiferença aos seus emails, raramente abrindo ou clicando, a sua reputação de envio vai por água abaixo; portanto é importantíssimo que os seus emails estabeleçam um vínculo de confiança com a sua audiência.

Como? Siga estas dicas:

1) Confirme que o seu formulário de inscrição diz claramente que as pessoas que se inscreverem vão receber emails sobre um determinado tema. Refira também a frequência de envio (semanal, quinzenal, etc.).

2) Assegure-se de que faz os envios tal como indicado no formulário e coloque um textinho em todos os seus emails que diz às pessoas onde e quando se inscreveram, para que não restem dúvidas.

3) Envie emails que vão precisamente ao encontro do que as pessoas pediram. Se se inscreveram para receber informações sobre X, não fale sobre Y ou Z.

4) Esforce-se para que o conteúdo dos seus emails seja tão pertinente e apelativo quanto possível, incentivando as pessoas a abrir, clicar e compartilhar. No título (assunto) do email, procure usar um texto curto (menos de 40 caracteres) que identifique nitidamente o tema e o autor. Não podemos dar dicas mais específicas (tudo depende da sua área de negócio e tipo de audiência), mas as pessoas têm que gostar tanto dos seus emails que mal podem esperar por abri-los. Para isso, é fundamental que o que tem a dizer a essas pessoas seja extremamente interessante para elas e que represente algo único, que não consigam encontrar em mais lado nenhum. Teste regularmente diferentes conteúdos e estilos visuais para descobrir os que geram a melhor resposta do seu público.

5) Faça envios frequentes, mas não abuse. Os ISP gostam de emails enviados com regularidade, portanto evite campanhas esporádicas (sobretudo para listas alugadas ou de um parceiro seu), já que podem destruir toda a sua reputação! Por outro lado, se precisar de enviar muitos emails todos os dias (como é o caso dos sites de compras em grupo), divida a sua lista de inscritos em segmentos pequeno se faça um envio para cada segmento.

6) Limpe regularmente a sua lista de contatos. É boa ideia filtrar os contatos desnecessários trimestralmente e ficar só com os que costumam abrir e clicar nos seus emails. Em seguida, envie aos restantes contatos uma última campanha para confirmar se querem continuar inscritos (ex. “Olá, é só para lembrar que se inscreveu para receber os nossos emails na data X. Continua com interesse em recebê-los?”). Esta campanha de confirmação, aliás, deve ser sempre levada a cabo se não fez envios para a lista há muito tempo (mais de 1 mês), pois as pessoas tendem a esquecer-se e provavelmente marcarão os seus emails como spam se começarem a recebê-los de repente.

Autentique manualmente o seu remetente (e experimente usar o seu próprio subdomínio de envio)

Além de verem como as pessoas reagem aos seus emails, os ISP fazem uma vistoria técnica para confirmar que a sua identidade é verdadeira.

Por isso, quando envia os seus emails, tem que dizer aos ISP que deu autorização para fazer o envio em seu nome. É para isso que serve a autenticação do remetente. Normalmente a empresa que aloja o domínio do seu remetente consegue executar esta operação em poucos minutos.

Mas mesmo com o remetente autenticado, os seus emails vão com um dos nossos subdomínios de envio, que são partilhados com outros clientes E-goi. Ora se algum desses clientes se portar mal e fizer um envio que deixa os ISP irritados, essa irritação também pode trazer problemas aos seus emails. A solução é criar o seu próprio subdomínio de envio, o que não só serve de “armadura”, como tem a vantagem de forçar esse subdomínio a aparecer em todos os links do seu email.

Verifique se o conteúdo tem problemas

Mesmo emails autenticados, pertinentes e enviados com regularidade para uma lista de contatos interessados em recebê-los podem cair no spam. Se já seguiu todas as recomendações acima referidas, o problema está possivelmente em algum elemento do conteúdo que faz disparar os filtros:

1) Qual é a sua pontuação no teste do SpamAssassin? Trata-se de um dos filtros mais utilizados nas empresas e detecta os principais conteúdos “spaminosos”. Pode fazer este teste ao editar o seu email.

2) Confirme que o código HTML dos seus emails é adequado para email marketing e que as imagens nele incluídas são levezinhas (os ISP detestam emails com HTML muito grande e imagens pesadonas). Se criar o seu email com o um editor da Easygoi, não deve ter problemas, pois gera código em boas condições e redimensiona automaticamente as imagens. Nunca faça emails com editores de páginas Web, como o Frontpage, Dreamweaver ou qualquer software com uma opção “Exportar para HTML”, a não ser que conheça HTML a fundo e seja especialista em email marketing. De qualquer forma, o E-goi faz sempre uma análise ao HTML dos seus emails antes do envio para apontar qualquer falha de maior.

3) Mude temporariamente de remetente. Comece por usar o mesmo endereço de email mas com um nome diferente. Depois experimente um endereço e nome completamente diferentes. Os emails já chegam ao inbox? Então é sinal de que o seu remetente original está numa lista negra. Se não conseguir descortinar o motivo desse bloqueio, pergunte-nos e tentaremos descobrir.

Pense em obter a certificação Return Path

Segue todas as regras do email marketing à risca? Parabéns! E que tal aproveitar esse feito para entrar numa whitelist que assegura aos ISP que os seus envios são de confiança? É precisamente isso que faz a Return Path, uma certificação externa que aumenta a entrega em média 27% (e tem várias outras vantagens, como mostrar sempre as imagens dos emails no Hotmail sem que as pessoas tenham de carregá-las).

O processo de certificação é simples. A Return Path faz uma auditoria completa à sua estratégia de captação de contatos e de email marketing para confirmar que
os seus envios seguem as normas e merecem a confiança dos ISP.

E a sua empresa tem a base de dados atualizada e opt-in? Qual é a sua principal dificuldade? Escreva-nos!

Glossário de Marketing Digital

08 Jan
08/01/2014

Sendo o Marketing Digital uma área relativamente recente, existem muitas palavras que ainda não estão devidamente traduzidas para Português. Assim decidimos escrever uma lista com as principais terminologias usadas com as respetivas definições.

Glossário de Marketing Digital:

Ad Serving – Servidor de anúncio, aplicação responsável pela apresentação dos anúncios num site. Possibilita a gestão do mesmo e a obtenção de diversas estatísticas.

Affiliate Marketing – Uma filial (proprietário de um web site com muito tráfego), exibe um anúncio (como um banner ou link)  para uma empresa. Se um consumidor visitar esse anúncio, o site que o exibe receberá uma comissão.

Applet – Pequeno software de aplicação que é utilizado pelos browsers para disparar automaticamente uma animação e/ou para aceder a uma base de dados requerida pelo utilizador.

ARPANET – Rede percursora da Internet, criada e desenvolvida nos anos 60 e 70 pelo departamento de defesa Norte-Americano.

ASP – Aplicacion service provider, empresa que fornece aplicações informáticas em regime partilhado para os seus clientes. Este software reside no servidor do ASP.

Autoresponder – Software utilizado para automatizar determinadas acções na comunicação entre uma empresa e um cliente ou potencial cliente. É uma espécie de resposta automática a mensagens de correio electrónico.

Avatar – A foto ou desenho animado usado para representar um indivíduo num chat, fóruns, jogos ou num site.

B2B – Business to Business, relativo ao comércio electrónico realizado por empresas entre si.

B2C – Business to Consumer, relativo ao comércio electrónico realizado entre empresas e consumidores.

B2G – Business to Government, relações comerciais entre as empresas e os governos.

Backbone – Canal primário do tráfego electrónico na rede.

Bandwidth – A taxa de transmissão de uma linha de comunicação, normalmente medido em kilobytes por segundo  (Kbps).

Banner – Anúncio da Web rectangular que mede geralmente 468*60 pixéis. Quando se clica, executa um programa ou direcciona o utilizador para outra página.

BBC – Blind Carbon Copy, campo que se utiliza para enviar uma mensagem de correio electrónico para diversas pessoas, sem que estas tenham conhecimento a que outras pessoas a mesma mensagem foi enviada.

Blog – Um espaço on-line regularmente actualizado apresentando opiniões ou actividades de um indivíduo ou um grupo de indivíduos e exibido em ordem cronológica.

Branding – Quando se trabalha uma marca na Web.

Brochureware – Designação corrente de um site em que a informação foi transferida directamente para a Internet através de uma base de papel previamente existente.

Buffering – Quando um player de mídia streaming salva porções de arquivo até que haja suficiente informações para o arquivo começar a correr.

Business Intelligence – Compilação de informação primária e secundária acerca da concorrência, mercados, clientes e outra informação comercial relevante.

Button/Butão – Um anúncio quadrado online normalmente encontrados incorporado em uma página do site. Dimensões: 125×125, 120×90, 120×60, 88×31 ou 120×240 pixéis.

Buzzword – Palavra aplicada aos negócios da nova economia (economia digital);

C2B – Consumer to Business, referente ao comércio electrónico em que a iniciativa parte do consumidor;

C2C – Consumer to Consumer, relativo ao comércio electrónico em que os consumidores negoceiam entre si, com o patrocínio de um broker. Os mais frequentes são os leilões;

Cache – Memória que permite armazenar temporariamente os ficheiros, contéudos e páginas mais pedidos, de forma a aumentar a rapidez com que aparecem ao utilizador;

Clicks/Cliques – A oportunidade do utilizador selecionar um determinado botão num site e efectuar uma ligação á internet;

Clipping – Classificação das notícias;

Collaborative virtual – Trata-se de um programa que compila opiniões de cibernautas sobre um mesmo tema e as disponibiliza a outros em tempo real;

Cookie – Um ficheiro registado no disco rígido do computador que unicamente identifica o utilizador desse browser. Existem dois tipos de cookies, as persistentes e as sessões. As primeiras permanecem no computador do internauta até que este as apague ou expirem. As sessões (sessions cookies) são temporárias e apagam-se quando o browser se desliga;

CPC – Custo por clique, preço pago para veicular um anúncio num site baseado exclusivamente na contagem das vezes que a publicidade recebeu cliques dos utilizadores;

CPL – Custo por lead, preço pago para veicular um anúncio num site, baseado em quantos leads o anúncio gerou;

CPM – Custo por mil impressões, é o preço pago pelos anunciantes quando o seu banner é visualizado 1000 vezes;

CPO – Cost per order, custo por encomenda, isto é, o preço pago para veicular um anúncio num site, baseado em quantas encomendas resultou a exposição dessa publicidade;

CRM – Customer relationship managment, comunicação única e individualizada com o cliente a partir de gestão de base de dados. Criação de acções de marketing coordenadas e personalizadas, que evitando conflitos, proporcionam sinergias com o cliente em todos os pontos de contacto entre este e a empresa.

CTR – Click-through rate, taxa de respostas de um anúncio online. É uma percentagem resultante da divisão do número de click-throughs pelos números de impressões.

Cupões virtuais – Cupões promocionais apenas com existência online, para utilização exclusiva em lojas virtuais;

Data mining –  Extracção de informação de uma data warehouse que permite a previsão através de análise estatística, para encontrar padrões e outra informação nas bases de dados;

Domínio – Sistema de endereçamento da internet constituída por uma sequência de nomes separados por pontos;

Double opt-out – Acção utilizada para confirmar o registo de uma pessoa numa base de dados por email;

E- Commerce – Comércio electrónico;

E-ad – Anúncio digital;

E-Business – Termo registado pela IBM e que pode definir-se como sendo a continua optimização das actividades de uma empresa utilizando as tecnologias digitais, tais como as comunicações digitais, o e-commerce e a pesquisa online;

E-Coupons – Forma de promoção de um serviço ou produto através de um “cupão” na internet.

Effective reach – Alcance efectivo, número de pessoas que verão uma propaganda pelo número efectivo de vezes;

E-Market place – Intermediário que possui um site onde coloca em contacto vendedor e comprador, facilitando negócios;

E-newsletter – Mensagem de e-mail enviada para um conjunto de internautas com o mesmo perfil, com o intuito de divulgar informações sobre a entidade emissora. Na sua maioria são pedidas pelos internautas através de subscrições.

E-publicidade – Publicidade veiculada nos meios digitais.

E-zine – Revista publicada especificamente na internet.

Frequência – Número vezes que as pessoas ou famílias são expostas a uma mensagem publicitária, a uma campanha publicitária.

FTP – File transfer protocol, protocolo para movimentação e transferência de ficheiros na internet.

Interruptive Marketing – Publicidade online que aparece nas telas dos internautas no topo do conteúdo da web  ( às vezes antes Web página aparece).

Interstitial – Peça publicitária que interrompe o internauta antes do carregamento de uma determinada página Web. Pode ser uma página inteira que aparece no monitor ou uma pequena janela que aparece na frente da página.

ISP – Internet service provider, empresa que fornece ligação para acesso à internet.

Anúncios intersticial – Aparecem entre duas páginas de conteúdo.  Também conhecido como splash pages e anúncios de transição.

IPTV (Internet Protocol TV) – O uso de uma conexão de banda larga para transmitir televisão digital através da Internet para subscritores.

Microsite – Um sub-site com publicidade normalmente enquadrado dentro de um site principal. O internauta permanece no site principal, mas tem acesso a mais informações do anunciante.

Keyword – Entrada indexada que indica um ficheiro ou documento especifico (palavra-chave).

Link – Endereço de ligação a outro documento.

Mailing list – Lista de assinantes para envio de correio electrónico.

Marketing Directo – Qualquer tipo de comunicação dirigida a consumidores ou empresas, criada para gerar uma resposta em forma de encomenda (direct order), um pedido de mais informações (lead) e/ou uma visita a uma loja ou outro espaço específico destinado à venda de produtos ou serviços (geração de tráfico).

Marketing one-to-one – Diálogo que ocorre entre uma empresa e os consumidores individualmente.

Marketing Viral – Equivalente online do Word of mouth, igualmente referido como word of mouse. Ocorre quando são efectuadas sucessivos reenvios de correios electrónicos recebidos para migos, colegas e familiares.

M-commerce – Comércio electrónico através de dispositivos móveis de acesso à internet.

Opt-in – Estratégia seguida pelas empresas para a criação da sua base de dados de endereços de correio electrónico, neste caso as pessoas estão conscientes que os seus endereços estão inseridos na base de dados, pois deram o seu consentimento.

Opt-out – Estratégia seguida pelas empresas para a criação da sua base de dados de endereços de correio electrónico, neste caso as pessoas não estão conscientes que os seus endereços estão inseridos na base de dados, pois não deram o seu consentimento, mas tem opção de pedir para que os seus dados sejam retirados da base de dados.
Orientações Rich Media – Guia de Design produzido pelo IAB para a utilização eficaz dos Tecnologias Rich Media em todas as formas de Internet publicidade. Têm como objectivo proteger o usuário experiência, mantendo-os no controle da por exemplo, a experiência: o incentivo claramente identificados perto, botões de som e vídeo.

Skyscraper – Um anúncio de comprimento, vertical,  normalmente encontrado correndo ao lado de uma página num posicionamento fixo.
Overlay – O conteúdo da publicidade on-line que aparece no topo da página.

Permission Marketing – Consiste em obter o direito de se relacionar com um individuo. Significa que indivíduos permitem que uma empresa lhes envie informação ou publicidade.

Post – Mensagem enviada para uma comunidade virtual, blog, grupo de discussão, lista de correio ou fórum de discussão.

Pre-roll – O nome dado à publicidade mostrada antes, ou durante um vídeo online .

Publicidade Contextual  – A publicidade que é segmentado ao conteúdo da página Web e que está ser visualizado nesse momento específico.
Pull – Estratégia publicitária mediante a qual é o público-alvo que decide que tipo de mensagens publicitárias quer receber.

Push – Estratégia publicitária mediante a qual o anunciante decide que tipo de mensagens publicitárias o público-alvo irá receber, sem que este último tenha qualquer opção de escolha.
Rich Media – É o nome coletivo para formatos de publicidade online que utilizam avançados processos para fazer crescer uma marca na Internet. Usa-se normalmente elementos interativos e áudio-visuais para dar um conteúdo mais rico ao consumidor, tentanto através destas novas experiência criar-se uma interacção entre a publicidade e o seu público-alvo.

ROI – Return of investment, retorno do investimento realizado.

RSS – Really simple syndication, formato XML criado para partilhar títulos de notícias e outros contéudos Web. Esta tecnologia permite aos utilizadores receberem as notícias relacionadas com os temas de seu interesse, sem terem que consultar cada uma das fontes para as procurarem, recebendo-as directamente no seu ambiente de trabalho.

Universal Advertising Package – Um conjunto de formatos de publicidade online que são padronizados definidos pelo IAB.

Search Marketing – Acção de publicitar um site através dos motores de busca, quer seja através de melhorar o posicionamento na pesquisa orgânica, por compra de publicidade nos motores de busca ou pela combinação destas duas actividades.

Segmentação Comportamental – Uma forma de marketing online que usa tecnologia de publicidade para atingir os usuários da web com base na sua anterior comportamento.  Publicidade criativa e de conteúdo que pode ser adaptado para ser mais relevante para um determinado usuário, capturando sua decisão anterior tornando o comportamento (por exemplo: o preenchimento preferências ou visitar certas áreas do um site com frequência) e à procura de padrões.

SEO – Search engine optimization, acção de alterar um site de tal forma que ele seja mais visível na pesquisa orgânica dos motores de busca.

SET – Secure electronic transactions, padrão de encriptação cujo objectivo é garantir a segurança das transacções de e-commerce e que foi desenvolvida pelo Visa e pela Mastercard.

Site– Denominação de um endereço de internet que agrega um conjunto de páginas sobre determinado assunto.

SMTP – Simple mail transfer protocol. Protocolo que se utiliza para o envio de mensagens de correio electrónico em computadores.

Social Networking – Forma de expandir os contactos sociais e profissionais realizando conexões através de outras pessoas.

Solus email advertising – onde o corpo do do e-mail é determinado pelo anunciante, incluindo texto e elementos gráficos, e é enviado em seu nome por um gerenciador de lista de e-mail /proprietário. O email marketing é realizado numa base opt-in, onde o destinatário tenha dado seu consentimento para receber comunicações.

Spam – Mensagens publicitárias enviadas para um grande número de pessoas que não solicitaram essa informação.

Spider – Também denominado robot, programa desenvolvido pelos motores de busca e que viaja na internet automaticamente, normalmente para indexar contéudos de sites, registando toda a informação relevante nas bases de dados motores de busca respectivos.

SSL – Secure sockets layer, técnica de encriptação utilizada para ocultar informação, como seja números de cartões de crédito, quando estes passam através da internet, de um browser para um servidor da Web.

Sponsorship – patrocínios Anunciante alvo áreas de conteúdo (por exemplo, o Web site inteiro,
área local ou um evento) vezes para promoção finalidades.

Streaming media – Compressão de áudio / vídeo que desempenha e  realiza o download ao mesmo tempo.
O usuário não precisa esperar para o conjunto arquivo para baixar antes de começar a jogar.

Superstitials – Uma forma de publicidade de rich media que permite uma experiência de TV como na internet. É totalmente pré-cache antes de iniciar.

Tagging – Acção de criar tags (palavras-chave) para classificar um elemento digital, como sejam um site, uma imagem ou um vídeo. Com este tipo de metadata consegue-se descrever os elementos.

Target Marketing – Análise de público segmentado, por exemplo, banners ou promoções para uma faixa especifica do mercado.

Taxa de conversão – Medida de sucesso de uma publicidade on-line quando comparado com o click-through taxa. O que define uma ‘conversão ‘ depende o objetivo de marketing, por exemplo: ela pode ser definida como uma venda ou uma solicitação para receber mais informações, etc …

Formato Embedded – Formatos de Publicidade  que são exibidos em espaços definidos em um
página do editor.

banner expansível arranha-céu / – Fixos  canais de publicidade on-line que expandem  sobre a página em resposta à acção do usuário,  por exemplo: mouseover.

Flash – Software que cria  animação e elementos interativos que são de rápido download.

Flash impressão – O número total de solicitações feitas para as páginas holdign baseados em flash.
Impressão – A métrica utilizada para medir  as visualizações de uma página web e seus elementos, incluindo  a publicidade.
UMTS – Universal mobile telecommunications system, terceira geração de comunicações móveis que vai substituir o GSM, permitindo a distribuição de informação em banda larga.

Conteúdo gerado pelo usuário – o conteúdo on-line criado por usuários do site em vez de mídia
proprietárias ou editoras – quer através de opiniões, blogging, podcasting ou postar comentários,
fotos ou videoclipes. Sites que encorajam conteúdo gerado pelo usuário. Exemplo – MySpace, YouTube, Wikipedia e Flickr.

Web 2.0 – O termo Web 2.0 descreve a próxima geração do uso online. Web 2.0 identifica o consumidor como um dos principais contribuintes na evolução da Internet nos dois sentidos. O Internauta passa de espectador a contribuidor.

Usuários únicos – Número de indivíduos diferentes que visitam um site dentro de um período de tempo específico.

Web – Abraviatura de World-Wide-Web. É parte da internet que suporta um interface gráfico de utilizador que permite a navegação em hipertexto com um browser.

Wiki – Um wiki é um tipo de site que permite que os próprios visitantes facilmente adicionar, remover,
ou editar e alterar algumas disponível conteúdo, às vezes sem a necessidade de registo.

Marketing na Internet? Como fazer?

19 Dez
19/12/2013

Como fazer marketing na internet? Como fazer?!

Muitas empresas têm a ideia que o Marketing é “coisa de empresa grande”. Empresa que é pequena não faz marketing, não tem departamento de marketing. Esta ideia está completamente errada. O marketing pode poupar-lhe tempo, esforço, ajuda-o a ser objetivo, permitindo controlar a evolução do seu negócio.

Além dos meios tradicionais, o marketing tem obrigatoriamente que ser feito através de meios digitais, pois é onde o nosso público está – na Internet.

Fazer marketing na Internet traz imensas vantagens, entre elas a grande interatividade existente entre empresa e potencial cliente; a acessibilidade pois a comunicação existe 24 horas por dia, 7 dias por semana; o facto de a empresa poder personalizar a mensagem; os baixos custos; assim como um melhor controlo das ações realizadas, já que é possível quantificar os custos, obtendo resultados mais fiáveis.

Depois de definirmos o nosso público, há que saber o comportamento destes na Internet. Existem estudos que nos podem auxiliar nesta tarefa, por exemplo, o do NetPanel – Estudo Nacional de Audiências de Internet da Marketest que toma em consideração vários fatores, a idade, o sexo, a cidade, os sites procurados, o período horário, a frequência, as habilitações literárias, etc. A realização de inquéritos também pode ser uma boa ferramenta para conhecer a melhor forma de comunicar com os seus clientes, que canais privilegiam, que informações valorizam, sugestões para melhorar o serviço/produto, etc.

Para fazer marketing na Internet pode usar uma estratégia ou combinar várias. A que regista maior adesão por parte das empresas é a criação de um website/blog em que a empresa se dá a conhecer, contendo informações institucionais e comerciais. A verdadeira estratégia está em colocar o seu site numa boa posição nos motores de busca, como o Google, através da otimização do seu site, o que pode ser conseguido com conteúdo relevante.

Outra forma de fazer marketing na Internet será fazer email-marketing, isto é, comunicar com os seus clientes através de e-mail para divulgar novidades, eventos da empresa, promoções, para enviar newsletters, ou para mera manutenção de uma relação de cordialidade com o cliente – uma carta de agradecimento pelas compras feitas, os desejos de um feliz aniversário, entre outros.

A publicidade on-line é outra forma de fazer marketing na Internet. Os conhecidos banners, área de imagem, com ou sem animação, e os anúncios publicitários quer em texto ou multimédia, utilizados para atrair um visitante ao seu site são uma ótima ferramenta para gerar tráfego para o seu site, assim como posicionar a sua marca.

As redes sociais estão a ganhar terreno entre as estratégias de fazer marketing na Internet. A visibilidade conseguida, o nº de pessoas alcançadas, a possibilidade de influenciar opiniões ajudam a que o seu site receba mais visitas, podendo contribuir para aumentar as vendas.

Não há porquê não fazer marketing na Internet. As potencialidades são enormes, os custos não são assim tão altos e o nº de utilizadores de Internet não para de crescer. Estas realidades não podem ser ignoradas, mas sim aproveitadas a favor do seu negócio!

Sites mais Visitados em Portugal em Setembro de 2013

25 Nov
25/11/2013

Segundo os últimos dados da NetScope da Marktest, os sites mais visitados em Portugal em Setembro de 2013 são:

  1. Sapo (Homepage e serviços) com 42.523.587 visitas
  2. A Bola com 38.229.466 visitas
  3. Record com 23.529.009 visitas
  4. OLX com 15.625.494 visitas
  5. O Público com 11.858.733 visitas
  6. Correio da Manhã com 10.496.989 visitas
  7. Jornal de notícias com 9.961.061 visitas
  8. O Jogo com 9.301.445 visitas
  9. Expresso com 7473513 visitas
  10. RTP com 6.743.690 visitas
  11. TVI com 6.499.300 visitas
  12. Diário de notícias com 5.919.602 visitas
  13. Mais futebol com 5.564.266 visitas
  14. Jornal de negócios com 4.905.181 visitas
  15. IOL (Homepage e serviços) com 4.626.697 visitas
  16. Sapo desporto com 4.247.147 visitas
  17. Auto Sapo com 4.153.191 visitas
  18. Económico com 3.516.044 visitas
  19. Sapo notícias com 3.502.879 visitas
  20. SIC com 3.422.706 visitas
  21. Spot Mais 3.149.182 visitas
  22. Sapo tecnologia com 3.018.894 visitas
  23. Sol com 2.762.665 visitas
  24. Rádio renascença com 2.579.304 visitas
  25. iOnline com 2.264.451 visitas
  26. Visão com 2.166.126 visitas
  27. Caras com 1.820.328 visitas
  28. Diário digital com 1.795.028 visitas
  29. TSF com 1.657.425 visitas
  30. Sapo astrologia com 1.641.066 visitas
  31. De mãe para mãe com 1.568.756 visitas
  32. Dinheiro vivo com 1.446.680 visitas
  33. Sapo jogos com 1.398.503 visitas
  34. Lux com 1.359.117 visitas
  35. Autohoje com 1.340.510 visitas
  36. Casa sapo com 1.133.811 visitas
  37. RFM com 1.124.108 visitas
  38. Sapo fama com 1.086.279 visitas
  39. Rádio comercial com 997.379 visitas
  40. Sábado com 983.904 visitas
  41. Sapo emprego 920.813 com visitas
  42. Citador 906.621 com visitas
  43. Blitz com 873.533 visitas
  44. Sapo mulher com 720.099 visitas
  45. Exame informática com 707.521 visitas
  46. dnotícias (madeira) com 690.668 visitas
  47. Sapo saúde com 653.616 visitas
  48. Sapo sabores com 619.332 visitas
  49. Activa com 611.406 visitas
  50. Olhares com 610.513 visitas
  51. Sporting com 601.517 visitas
  52. A nossa vida com 535.305 visitas
  53. Ocasião com 533.211 visitas
  54. Auto portal 532.472 com visitas
  55. Sapo cinema com 520.577 visitas
  56. Relvado com 498.130 visitas
  57. Mega hits com 489.152 visitas
  58. Nova gente 460.056 com visitas
  59. Cidade FM 442.792 com visitas
  60. FC Porto com 415.099 visitas
  61. O nosso casamento com 400.850 visitas
  62. VIP com 395.720 visitas
  63. Sapo Familia com 366.587 visitas
  64. Sapo animais com 338.946 visitas
  65. Empregos online com 279.414 visitas
  66. Sapo televisão com 247.916 visitas
  67. Açoriano oriental com 224.026 visitas
  68. PC guia com 222.323 visitas
  69. Pais & filhos com 221.124 visitas
  70. Mens health com 216.446 visitas
  71. Autoviva com 191.412 visitas
  72. Destak com 176.481 visitas
  73. M80 com 171.883 visitas
  74. Máxima com 170.739 visitas
  75. Tuti com 139.848 visitas
  76. Vogue com 127.329 visitas
  77. Smooth FM com 92.600 visitas
  78. Motociclismo com 84.361 visitas
  79. Cafe portugal com 45.811 visitas
  80. Parlamento global com 42049 visitas
  81. Automotor com 37.148 visitas
  82. Motor clássico com 32.501 visitas
  83. Semana informática com 32.302 visitas
  84. Rádio sim com 24.928 visitas
  85. Sport life com 23.684 visitas
  86. Jornal do fundão com 23612 visitas
  87. Maxim com 20.505 visitas
  88. XL com 16.714 visitas

Poderá consultar todas os detalhes deste levantamento aqui – Download

Fonte: Marktest/Netscope

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